"Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. " Paulo Freire"
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Agora eu sei
Quanto tempo de sonho perdido
Quanto tempo esquecido
É melhor nem lembrar
Eu pensei que entendia de tudo
Que sabia de tudo
Mas vivia no ar
Mas agora eu sei
O que aconteceu
Quem sabe menos das coisas
Sabe muito mais que eu
Mas agora eu sei
O que aconteceu
Quem sabe menos das coisas
Sabe muito mais que eu
Dos conselhos que às vezes ouvia
Eu sempre fugia
Não queria entender
E num mundo de sonho andava
E só acreditava em mim
E em você
Mas agora eu sei
O que aconteceu
Quem sabe menos das coisas
Sabe muito mais que eu
Mas agora eu sei
O que aconteceu
Quem sabe menos das coisas
Sabe muito mais que eu
E hoje meu caminho é incerto
O meu mundo é deserto
Eu não vivo porque
Eu pensei que entendia de tudo
Que sabia de tudo
Mas não sei de você
Mas agora eu sei
O que aconteceu
Quem sabe menos das coisas
Sabe muito mais que eu
Mas agora eu sei
O que aconteceu
Quem sabe menos das coisas
Sabe muito mais que eu
Mas agora eu sei
O que aconteceu
Quem sabe menos das coisas
Sabe muito mais que eu
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Aprendendo das cozinheiras
A se acreditar em entendidos em coisas de outros mundos, já devo ter sido cozinheiro em alguma vida passada. É que tenho um fascínio enorme pelas panelas, pelo fogo, pelos temperos e por toda a bruxaria que acontece nas cozinhas, para a produção das coisas que são boas para o corpo. Não é só uma questão de sobrevivência. Os cozinheiros dos meus sonhos não se parecem com especialistas em dietética.
Interessa-me mais o prazer que aparece no rosto curioso e sorridente de alguém que tira a tampa da panela, para ver o que está lá dentro. Minhas cozinhas, em minhas fantasias, nada têm a ver com estas de hoje, modernas, madeiras sem a memória dos cortes passados e das coisas que se derramaram, tudo movido a botão, forno de micro-ondas, adeus aos jogos eróticos preliminares de espiar, cheirar, beliscar, provar, perfurar... Tudo rápido, tudo prático, tudo funcional. Imaginei que quem assim trata a cozinha, no amor deve ser semelhante aos galos e galinhas, quanto mais depressa melhor, há coisas mais importantes a se fazer. Como aquele vendedor de pílulas contra a sede, da estória do "Pequeno Príncipe". Ir até o filtro é uma perda de tempo. Com a pílula elimina-se a perda inútil. “E que é que eu faço com o tempo que eu perco?" — perguntou o Principezinho.
"...Você faz o que quiser", respondeu o vendedor." — Que bom! Então, é isto o que vou fazer, ir bem devagarzinho, mãos nos bolsos, até a fonte, beber água..."
Quero voltar à cozinha lenta, erótica, lugar onde a química está mais próxima da vida e do prazer, cozinha velha, quem sabe com alguns picumãs pendurados no teto, testemunhos de que até mesmo as aranhas se sentem bem ali.
Nada melhor que o contraste. A sala de visitas, por exemplo. Lá no interior de Minas, faz tempo. Retrato silencioso oval do avô, na parede; samambaia no cachepô de madeira envernizada; porta-bibelôs; as cadeiras, encostos verticais, 90 graus, para que ninguém se acomodasse; capas brancas engomadas pra que nenhuma cabeça brilhantinosa se encostasse; os donos dizendo em silêncio "está mesmo na hora", enquanto a boca mente dizendo "ainda é cedo", na hora da partida, junto com as recomendações á tia Sinhá (porque toda família tinha de ter uma tia Sinhá). Aí a porta se fechava, e a vida recomeçava, na cozinha...
A porta da rua ficava aberta. Era só ir entrando. Se não encontrasse ninguém não tinha importância, porque em cima do fogão estava a cafeteira de folha, sempre quente, para quem quisesse. Tomava-se o café e ia-se embora, havendo recebido 0 reconforto daquela cozinha vazia e acolhedora. Eu diria que a cozinha é o útero da casa: lugar onde a vida cresce e o prazer acontece, quente... Tudo provoca o corpo e sentidos adormecidos acordam. São os cheiros de fumaça, da gordura queimada, do pão de queijo que cresce no forno, dos temperos que transubstanciam os gostos, profundos dentro do nariz e do cérebro, até o lugar onde mora a alma. Os gostos sem fim, nunca iguais, presentes na ponta da colher para a prova, enquanto 0 ouvido se deixa embalar pelo ruído crespo da fritura e os olhos aprendem a escultura dos gostos e dos odores nas cores que sugerem o prazer...
Cozinha: ali se aprende a vida. É como uma escola em que o corpo, obrigado a comer para sobreviver, acaba por descobrir que o prazer vem de contrabando. A pura utilidade alimentar, coisa boa para a saúde, pela magia da culinária, se torna arte, brinquedo, fruição, alegria. Cozinha, lugar dos risos...
Pensei então se não haveria algo que os professores pudessem aprender com os cozinheiros: que a cozinha fosse a antecâmara da sala de aulas, e que os professores tivessem sido antes, pelo menos nas fantasias e nos desejos, mestres-cucas, especialistas, nas pequenas coisas que fazem o corpo sorrir de antecipação. Isto. Uma Filosofia Culinária da Educação. Imaginei que os professores, acostumados a homens ilustres, sem cheiro de cebola na mão, haveriam de se ofender, pensando que isto não passa de uma gozação minha.
Logo me tranqüilizei, ouvindo a sabedoria de Ludwig Feuerbach, a quem até mesmo Marx prestou atenção: "O homem é aquilo que ele come". Abaixo Descartes. Idéias claras e distintas podem ser boas para o pensamento. Também bombas atômicas e as contas do FMI são boas para serem pensadas. Só que não podem ser amadas, não têm gosto e nem cheiro, e por isto mesmo a boca não as saboreia e não entram em nossa carne.
Imitar os que preparam as coisas boas e ensinam os sabores...
A primeira lição é que não há palavra que possa ensinar o gosto do feijão ou o cheiro do coentro. É preciso provar, cheirar, só um pouquinho, e ficar ali, atento, para que o corpo escute a fala silenciosa do gosto e do cheiro. Explicar o gosto, enunciar o cheiro; pra estas coisas a Ciência de nada vale; é preciso sapiência, ciência saborosa, para se caminhar na cozinha, este lugar de saber-sabor. Cozinheiro: bruxo, sedutor. "— Vamos, prove, veja como está bom..." Palavras que não transmitem saber, mas atentam para um sabor. O que importa está para além da palavra. É indizível. Como ele seria tolo se avaliasse seus alunos por meio de testes de múltipla escolha. É assim com a vida inteira, que não pode ser dita, mas apenas sugerida. Lembro-me do mestre Barthes, a quem amo sem ter conhecido, que compreendia que tudo começa nesta relação amorosa, ligeiramente erótica, entre mestre e aprendiz, e que só aí que se pode saborear, como numa refeição eucarística, os pratos que o mestre preparou com a sua própria carne...
A lição dois é que o prazer do gosto e do cheiro não convivem com a barriga cheia. O prazer cresce em meio às pequenas abstenções, às provas que só tocam a língua... É aí que o corpo vai se descobrindo como entidade maravilhosamente polimórfica na sua infindável capacidade para sentir prazeres não pensados. Já os estômagos estufados põem fim ao prazer, pedem os digestivos, o sono e a obesidade. Cozinheiros de tropa nada sabem sobre o prazer. A comida se produz às dezenas de quilos. Pouco importa que os corpos sorriam. Comida combustível. Que os corpos continuem a marchar. Melhor se fossem pílulas. Abolição da cozinha, abolição do prazer: pura utilidade, zero de fruição.
"— Estava boa a comida?"
"— Ótima. Comi um quilo e duzentas gramas..."
Equação desejável, pela redução do prazer à quantidade de gramas. Não deixa de ser uma Filosofia... Como aquela que desemboca nos cursinhos vestibulares e já se anuncia desde a primeira série do primeiro grau. Não se trata da erotização do corpo. Para a engorda tais sensibilidades são dispensáveis. Artifício na criação de gansos, para a obtenção de fígados maiores: funis goelas abaixo e por ali a comida sem gosto. Afinal, por que razão o prazer de um ganso seria importante? Seus donos sabem o que é melhor para eles... Vi nossos moços assim, funis goela abaixo, e depois vomitando e pensando o seu vômito. A isto se chama ver quantos pontos se fez no vestibular...
Entendem por que eu queria uma filosofia culinária de educação? É que temos tornado os criadores de ganso como modelos...
Texto extraído do livro “Estórias de quem gosta de ensinar – O fim dos vestibulares”, Ars Poética – São Paulo, 1995, pág. 133.
Rubem Alves: tudo sobre o autor e sua obra em "Biografias".
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
poema- avenida das lágrimas
A um Poeta morto.
Quando a primeira vez a harmonia secreta
De uma lira acordou, gemendo, a terra inteira,
- Dentro do coração do primeiro poeta
Desabrochou a flor da lágrima primeira.
E o poeta sentiu os olhos rasos de água;
Subiu-lhe â boca, ansioso, o primeiro queixume:
Tinha nascido a flor da Paixão e da Mágoa,
Que possui, como a rosa, espinhos e perfume.
E na terra, por onde o sonhador passava,
Ia a roxa corola espalhando as sementes:
De modo que, a brilhar, pelo solo ficava
Uma vegetação de lágrimas ardentes.
Foi assim que se fez a Via Dolorosa,
A avenida ensombrada e triste da Saudade,
Onde se arrasta, à noite, a procissão chorosa
Dos órfãos do carinho e da felicidade.
Recalcando no peito os gritos e os soluços,
Tu conheceste bem essa longa avenida,
- Tu que, chorando em vão, te esfalfaste, de bruços,
Para, infeliz, galgar o Calvário da Vida.
Teu pé também deixou um sinal neste solo;
Também por este solo arrastaste o teu manto...
E, ó Musa, a harpa infeliz que sustinhas ao colo,
Passou para outras mãos, molhou-se de outro pranto.
Mas tua alma ficou, livre da desventura,
Docemente sonhando, as delícias da lua:
Entre as flores, agora, uma outra flor fulgura,
Guardando na corola uma lembrança tua...
O aroma dessa flor, que o teu martírio encerra,
Se imortalizará, pelas almas disperso:
- Porque purificou a torpeza da terra
Quem deixou sobre a terra uma lágrima e um verso.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Não retenha o lixo
Antes de começar a receber idéias, coisas e pessoas novas em sua vida, é essencial que você abra espaço para elas. E isso significa jogar fora tudo o que você não usa mais, não precisa ou não gosta. Se estivesse redecorando sua casa, removeria todas as coisas velhas, antes de arrumar os móveis novos em seus lugares. É a mesma coisa com sua vida. Atravancamento, tanto físico como emocional, toma espaço e bloqueia o caminho, impedindo coisas novas de entrar. Assim, seja implacável no que diz respeito a livrar-se daquilo que já não lhe serve mais.
Você já ouviu falar do Pelicano? O Pelicano é o navio mais indesejado do mundo. Desde 1986, ele tem sido o errante dos mares. Ninguém o quer. O Sri Lanka não o quer. As Bermudas não o querem. A República Dominicana o expulsou. A mesma coisa fizeram a Holanda, as Antilhas e Honduras.
O problema não é o navio. Embora enferrujado e inoportuno, o cargueiro de 466 pés de comprimento (cerca de 154 metros) apresenta boas condições de navegação. O problema não é a documentação do navio. Os proprietários atualizaram a licença e as taxas foram pagas. O problema não é a tripulação. Eles podem sentir-se indesejados, mas não são ineficientes. Então, qual é o problema? Qual é a causa de anos de rejeição? Recusado no Sri Lanka. Expulso na Indonésia. Rejeitado no Haiti. Por que o Pelicano é o navio mais indesejado do mundo?
É simples. Ele está cheio de lixo. Quinze mil toneladas de lixo. Cascas de laranja. Garrafas de cerveja. Jornais. Restos de cachorros- quentes. Lixo. O lixo do longo verão da Filadélfia em 1986. Foi quando os trabalhadores municipais fizeram uma greve. Foi quando o lixo cresceu mais e mais. Foi quando o estado da Geórgia o recusou e Nova Jersey não o quis. Ninguém quis o lixo de Filadélfia.
Foi assim que o Pelicano entrou em cena. Os proprietários pensaram que ganhariam um dinheiro fácil com o transporte do lixo. O material foi queimado e o navio foi carregado com as cinzas. Mas ninguém as quer. No início, o problema era sua grande quantidade. No final, era um lixo muito antigo. Quem vai querer lixo potencialmente tóxico?
A situação do Pelicano é uma prova. Navios cheios de lixo encontram poucos amigos. A situação do Pelicano é também uma parábola. Corações cheios de lixo não têm melhor sorte.
Imagino que alguém pode se comparar ao Pelicano. Será que você também é rejeitado no cais? Será que está navegando para longe dos seus amigos e da sua família? Se for assim, você deve verificar a bagagem que está em seu coração. Quem vai querer oferecer espaço no cais para um coração que não tem mais espaço para nada e cheira mal?
A vida tem seu próprio modo de descarregar o seu lixo em casa ou no convés de nosso navio. O seu marido trabalha muito. A sua esposa reclama muito. O seu chefe exige muito. Os seus filhos choramingam muito. O resultado? Lixo. Cargas e mais cargas de ira. Culpa. Pessimismo. Amargura. Intolerância. Ansiedade. Decepção. Impaciência. Tudo isso vai se acumulando.
O lixo nos afeta. Contamina nossos relacionamentos. Mantenha o lixo a bordo e as pessoas sentirão o seu mau cheiro. Os problemas do Pelicano começaram com o primeiro carregamento. A tripulação deveria tê-lo rejeitado desde o início. A vida de todos a bordo teria sido muito mais fácil se não tivessem permitido que o lixo se acumulasse.
Como você poderia mudar a situação do Pelicano? Mudando seu carregamento. Encha o seu convés e os seus depósitos com flores ao invés de lixo, com presentes ao invés de cinzas, e ninguém recusará o navio. Mude o carregamento e você mudará o navio.
Para o que, ou quem, você precisa dizer "não"? O que ou quem você meramente tolera? Está na hora de terminar um relacionamento que o desgosta? De recusar- se a fazer favores que até agora fez porque sentia obrigação? É importante limpar tudo. Talvez essa idéia o assuste, mas, depois que tudo estiver em ordem, você sentirá um enorme alívio.
Daniel de Carvalho Luz
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Mulher...que arte tens?
"Senão é como amar uma mulher só linda. E daí? Uma mulher tem que ter qualquer coisa além da beleza, qualquer coisa de triste, qualquer coisa que chora, qualquer coisa que sente saudade. Um molejo de amor machucado, uma beleza que vem da tristeza de se saber mulher, feita apenas para amar, para sofrer pelo seu amor e para ser só perdão.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Falando de mim...
Tá aí uma das tarefas mais complicadas de se fazer: falar de si.
A verdade é que nos achamos bons, justos, corretos, dignos etc e tal.
Mas, analisamos os outros e percebemos milhares de defeitos neles. Logo, tenho muitos também!
A cada dia me descubro me conheço e busco ser hoje uma pessoa melhor que ontem.
Sou antagônica:
Forte e frágil,
Menina e mulher,
Gente e bicho,
Alma e carne,
Poesia e drama,
Doçura e gana...
Grace Itana!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Registros (In)TENSOS
Descrevo cores, sentidos, versos e medos
Transformo palavras em medos
Sentimentos em clima..
Em meio a isso sou chuva...lágrimas...gritos..trovões...esbravejo.
Em outros sou brisa, mansa...saudosa e triste.
Envolto em medos cresce o desejo de por efeito químico
Elevar este sentimento em dias de sol, quente e vivo
A dor da alma...se mostra no corpo..
A dor faz doer..arder..adoecer.
Um caminho novo...dificil de percorrer..sobreviver e ver
O que vai acontecer?
O jeito é esperar e ver.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Sei lá..parece mais um conselho...
Que é isso que me toma?
Me rasga
me deixa em pedaços...Amarga...triste?
Não é paz...
nao pode ser bom.
Que é isso que nem em oração consigo desprender..
não é de Deus..
Não é pra ser.
Quero desprender...
Reaprender
Reviver...
Crer...e Ver.
Que sou forte..
Linda e posso
Ser feliz longe de ti.
Vou conseguir....
Hoje me pergunto
Se fui leviana
Falei de amor sem o sentir.
Jurei coisas sem saber
Quando me dei por mim..
Vivia numa mentira.
Nem eu te amava, nem você me respeitava.
Tive coragem de dar um basta...encontrei uma nova paixão..
Avassaladora...repleta de coisas intensas...duvidas, medos..incertezas...
Desafiei minha própria pele e deixei sentir até a última possibilidade
Desse sentimento que trouxe sonho de um amor de verdade
E hoje vejo que o sonho espatifou-se no chão...
Como uma taça...suja .... lançada ao longe
Quebrou-se o encanto...
Não és especial como me fez crer
És homem....bicho...instinto...cruel.
Que ignora a minha dor de ver...
Seus braços envoltos em caricias e cochichos
Mas os braços são seus...
Muita coisa é sua
Não poderei tocar, nem questionar...
Não me pertence...
Eu sei...
Nunca fui sua como queria ser.
Nunca foi completamente meu.
Sinto uma coisa inexplicável...
Um remorso um choro reprimido...
Quero um Bálsamo que me envolva e traga consigo o sono a cura.
Vontade tenho de me ver de novo
De sonhar de novo
De viver minha vida
Longe das sombras dessa minha tristeza
quinta-feira, 15 de julho de 2010
HIP HOP
Nunca havia me interessado pelo Hip Hop. Mas certo dia em uma das caronas que peguei, indo ou vindo da faculdade, sem ter outra opção ouvi uma batida seguida de vozes que de inico não entendi ou não prestei atenção por julgar que nada interessante havia nela. Mas durante o percurso o condutor do veículo se explicou, como se eu " a carona" devia lhe permitir que curtisse o som de seu próprio carro. Me falou do estilo e do preconceito quanto àquele estilo de musica, arte e dança. Eu ouvi atentamente e percebi que aquele motorista era detentor de uma criticidade e educação incomum, ao meu ver, pra quem gostava de hip hop. Para minha surpresa aquela música começou a me dizer um monte de verdades, que antes não entendia. Ela falava da realidade dos guetos, da favela, das injustiças socias e gritava uma nova mentalidade.
Ouvi cada pedacinho da musica que parecia mais um clamor dançante. As batidas animadas contrastava com a triste verdade do morro.
Agora, diante do meu estagio fui novamente convidada a conhecer o Hip Hop pois este será o tema que trabalharei na minha primeira aula. Li blogs, artigos, musicas e estou feliz em aprender um pouco mais sobre este movimento ( musical, artistico, social, politico) denominado HIP HOP.
Acesse:http://blacksound.com.br/?cat=25
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Gênero: Noticia
What Is Tickling? Why Does It Make People Laugh? Why Do Adults Say They Don't Like It?
- Gargalesis is the kind of tickling that makes you laugh and squirm (Let’s call this laughter-associated tickling.)
- Knismesis is the kind of tickling you experience when you run your fingernails or a feather lightly over your skin—or, as a creepier example, imagine the feeling of a spider crawling up your leg. It’s probably not something that would make you laugh. (We’ll call this light-touch tickling.)
Sugestão de leitura de texto para ler textos
Lembre-se:
Compreender um texto é possível mesmo não dominando todo vocabulário. Nosso conhecimento de mundo nos auxilia na inferência de sentido do texto.Só se desenvolve esta habilidade lendo e vencendo as próprias dificuldades para obter uma capacidade cada vez maior de ampliar seu vocabulário e ler de forma efetiva. Assim acreditamos que língua materna ajuda muito a compreender uma língua estrangeira pois quanto maior sua competência lingüística em LM maior sua probabilidade de raciocinar de forma coerente.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
ADJECTIVE- SUPERLATIVE
O grau superlativo de superioridade também se rege, tal como o como o grau comparativo de superioridade, pelo número de sílabas do adjectivo. Isto é, para um adjectivo de uma sílaba (monossilábico) a regra é diferente de um adjectivo com três ou mais sílabas (polissilábico). Neste sentido é importante verificar qual o número de sílabas do adjectivo com que estamos a trabalhar. Aqui vão alguns exemplos:
Polissilábico (três ou mais sílabas): comfortable/uncomfortable, beautiful, expensive, intelligent, fashionable/unfashionable, ...
Bissilábico (duas sílabas): modern, stupid, quiet, ...
Bissilábico (duas sílabas) terminado em "-y": pretty, healthy, ugly, heavy, happy...
Monossilábico (uma sílaba): cheap, big/small, tall/short, old/young, sad, ...
Para os adjectivos polissilábicos a regra de construção do grau comparativo de superioridade é bastante simples e similar ao Português:
the most (o/a/os/as mais) + adjectivo
Exemplo:
The sofa is the most comfortable. - O sofá é o mais confortável.
A maior parte dos adjectivos bissilábicos segue a regra dos adjectivos polissilábicos (ou pode ter duas formas: a dos polissilábicos ou a dos monossilábicos, mas agora só vamos falar da primeira):
Exemplo:
My cell phone is the most modern of all. - O meu telemóvel é o mais moderno de todos.
Uma parte dos adjectivos bissilábicos não segue a regra dos adjectivos polissilábicos. Trata-se dos adjectivos bissilábicos terminados em "-y", como, por exemplo, heavy e happy. Relativamente a estes adjectivos não se usa a regra de colocar the most antes do adjectivo. Aquilo que se faz é acrescentar ao adjectivo uma terminação: a terminação "-est". Ao acrescentarmos a terminação o "-y" passa ainda a "-i":
heavy (pesado) - the heaviest (o mais pesado)
happy (feliz) - the happiest (a mais feliz)
Exemplo:
An apple is the healthiest fruit. - Uma maçã é o fruto mais saudável.
Aos adjectivos monossilábicos aplica-se a mesma regra dos bissilábicos, excepto a mudança do "y" para "i", ou seja, aos adjectivos de uma sílaba acrescenta-se a terminação "-est" para formar o superlativo de superioridade:
old (velho) - the oldest(o mais velho)
small (pequeno) - the smallest (o mais pequeno)
Exemplo:
Anthony is the shortest of the three. - O António é o mais baixo dos três.
Nota:
Os adjectivos de um sílaba que terminam em uma vogal seguida de consoante dobram a consoante quando se acrescenta a terminação "-er":
big (grande) - the biggest
thin (magro) - the thinnest
Excepção:
Os adjectivos good (bom) e bad (mau) são irregulares. O seu superlativo de superioridade é o seguinte:
good - the best
bad - the worst
aCESSE E RESOLVA OS EXERCICIOS ON LINE:
http://www.ego4u.com/en/cram-up/grammar/adjectives-adverbs/adjectives/exercises
Frankenstein

Frankenstein, romance escrito no século XIX por Mary Shelley é um trabalho de grande tapeçaria literária, com referências a Milton e a outros grandes clássicos da literatura universal.
Victor Frankenstein, um estudante de medicina, revoltado diante da morte de sua mãe, isola-se do mundo e, obstinado, parte para a busca do ideal humano: a imortalidade.
A entrega a esta busca o faz criar e dar vida à criatura, protagonista do romance. Contudo, tal criatura possui estatura gigantesca e marcas profundas oriundas das várias cirurgias que seu criador o submeteu.
Pior que isto, não recebe nenhum nome, perdendo qualquer possibilidade de conseguir enquadrar-se socialmente.
Não sendo capaz de entender as vinculações de sua ação, o criador, abandona a criatura, afastando-o de qualquer elo afetivo. Totalmente sozinho, e à margem da sociedade, esconde-se de tudo e de todos e, nesta postura solitária, aprende o mundo através dos livros.
Determinado, a criatura, adotando o nome de seu criador – Frankenstein – determina-se ao aniquilamento de ambos e começa seu intento pelo assassinato dos entes mais queridos de seu criador: irmão, amigos e noiva.
Frankenstein é assim: um livro que fala da alma humana. É impossível lê-lo e não se identificar com todos os personagens que o constroem.
Revolta, amor, morte, dor, família, amizade, preconceito, desprezo, solidão e vingança são os ingredientes principais desta obra imortalizada pelo tempo.
Com certeza, Frankenstein vai seduzir você.
(http://pt.shvoong.com/books/72742-frankenstein/)
This article is about the novel. For the character, see Frankenstein's monster. For other uses, see Frankenstein (disambiguation).
Frankenstein;
or, The Modern Prometheus. Frontispiece to Frankenstein 1831.jpg
Author Mary Shelley
Country United Kingdom
Language English
Genre(s) Horror, Gothic, Romance, science fiction
Publisher Lackington, Hughes, Harding, Mavor & Jones
Publication date 1 January 1818
Pages 280
ISBN N/A
Frankenstein; or, The Modern Prometheus, is a novel written by Mary Shelley. Shelley started writing the story when she was 18 and the novel was published when she was 19. The first edition was published anonymously in London in 1818. Shelley's name appears on the second edition, published in France. The title of the novel refers to a scientist, Victor Frankenstein, who learns how to create life and creates a being in the likeness of man, but larger than average and more powerful. In popular culture, people have tended incorrectly to refer to the monster as "Frankenstein". Frankenstein is infused with some elements of the Gothic novel and the Romantic movement, and is also considered to be one of the earliest examples of science fiction. It was also a warning against the expansion of modern man in the Industrial Revolution, alluded to in the novel's subtitle, The Modern Prometheus. The story has had an influence across literature and popular culture and spawned a complete genre of horror stories and films.
FILME PARA BAIXAR
http://filmeedownload.blogspot.com/2009/05/frankenstein-de-mary-shelley-1994.html
LIVRO ON LINE EM INGLÊS
http://home.tiscali.nl/~hamberg/frankenstein/fulltext.html
terça-feira, 6 de julho de 2010
INGLÊS EM QUADRINHOS: mUITO MAIS ALÉM DO "TtHE BOOK IS ON THE TABLE"

ESTE SITE TRAS A BELEZA E ARTE DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS COM O INTUITO DE SITUAR O LEITOR EM AÇÕES DE EFETIVA COMUNICAÇÃO EM LINGUA ALVO (LI) E SE NÃO CONSEGUIR ENTENDER EM PRIMEIRA MÃOLEIA AS INSTRUÇÕES. ANTES RIR ATRASADO QUE FICAR SEM ENTENDER NADA.
ACESSE
http://inglesemquadrinhos.blogspot.com/
Link English Language- Acesse os sites indicados
http://www.wordreference.com/pten/divertido
BUSSOLA ESCOLAR- ajuda a traduzir textos, mas lembre de adequar melhor as palavras ao contexto, pois o computador não substitue o homem. Textos devem ser entendidos, a ferramenta ajuda, facilita, mas não trabalha sem seu mentor" a inteligência humana".
http://www.bussolaescolar.com.br/tradutor.htm
PITITI
indicado para alunos iniciantes, ilustrado, facil e bom para adquirir vocabulário.Com atividades divertidas.
http://pititi.com/actividades/pt_en/letra_a.htm
INGLÊS ON LINE
DISPONIBILIZA ATIVIDADES DE GRAMÁTICA E você pode aprimorar seu conhecimentos fazendo e corrigindo as atividades. Muito bom para fiz=xar assuntos trabalhados.
http://www.inglesonline.com.br/exercicios-de-ingles/
Outras sugestões serão aceitas por favor comentem e deixem o link para enriquecer este espaço
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Receita de político corupto

Político desonesto
Se queres ganhar
Na próxima eleição
Aqui temos uma
Receita em mãos
Ingredientes:
1 kg de falsidade
1 kg de falta de vergonha
500g de mentiras
1/4 de enrolação
1/3 de todo o dinheiro da Prefeitura que puder por em suas mãos
Modo de fazer:
Junte todos estes ingredientes antecipadamente e não deixe para a ultima hora, misture com toda a sua lábia e prepare um bom discurso com muitas promessas absurdas e depois, é só aplicar em todos os eleitores que desejar.
OBS: Se sua atenção for boa é só esperar a correção das urnas que você será eleito.
Grupo:
Josélia Queiroz dos Santos
André Pereira Correia
Maucelha Nunes Profeta
Paulino Matias de Souza
ETEL: Escola de Teologia para Leigos

Data: 03 de Julho de 2010
Professora: Grace Itana
Equipe: Cleuza, Fernando, Ediene, Fabiana, Márcio, Patrícia, Isabeth e Maria de Lourdes.
Proposta: Texto Dissertativo sobre o Patriotismo dos brasileiros em tempos de Copa do Mundo
* Faltou título
Nota-se que em tempo de copa do mundo os brasileiros ficam mais ligados uns aos outros por um sentimento* de respeito e união para com um único objetivo, trazer mais uma taça para nossa coleção e assim desenvolver este sentimento de honra que temos sobre nosso país.
Este sentimento de patriotismo está relacionado ao seu processo histórico, das lutas dos que viveram e morreram para defender a soberania desta terra.
Mas em meios há* tantas lutas, o brasileiro, como sempre *mostra a sua garra e não desiste dos seus objetivos. Mostrando que tem capacidade para suportar perdas e ganhos.
De quatro em quatro anos este patriotismo volta a reinar, diante de um grande campeonato mundial, entre as melhores seleções,* visando trazer o titulo de campeão.
*Correção:
Pelos sentimentos, Assim, a, os brasileiros, demonstram, sem ponto ( , ), está o Brasil .
Plagiando John Lennon: “O Sonho Acabou!”
Equipe:
Adeilson
Marilene
Lila
Renata
Leandro
Shirley
No ultimo dia 02 de julho, às 11h, horário do Brasil, milhões de brasileiros voltaram seus olhares para tela da TV que transmitia o jogo Brasil X Holanda diretamente de Porto Elizabeth na África do Sul.
A partida parecia favorável à seleção brasileira que aos oito minutos de jogo com o passe de Luiz Fabiano para Daniel Alves, deixa Robinho na cara do gol par abrir o placar. Porém a arbitragem japonesa marca impedimento. Isso não abate o ânimo dos jogadores que armam boas jogas e aos dez minutos Felipe Mello lança Robinho que toca de primeira na saída do goleiro holandês para alegria da nação brasileira.
O jogo parecia dominado, o time de Dunga não dava espaço para a seleção holandesa. O futebol-arte começa a aparecer com dribles e belas jogadas findadas aos 46 minutos quando o árbitro encerra a primeira etapa deste confronto.
Se a primeira etapa encerrou em clima de confiança, essa realidade não se estabeleceu na segunda. Robinho que se destacou no primeiro tempo não estava 100%, mas até que se esforçou. Luiz Fabiano não se encontrou. A seleção bate cabeça e dá espaço para os holandeses e dos oito minutos o carrasco Sneyder tenta cruzamento que desviada
Para completar o drama dos brasileiros aos vinte e três minutos, numa cobrança de escanteio, ele, Sneyder de cabeça marca o segundo gol.
O descontrole emocional entra em campo; Felipe Melo, que fez bela assistência ao gol brasileiro, não se conteve como prometeu e foi expulso aos vinte e oito minutos .As caras feias dos jogadores mostravam a realidade da partida.
Agora todos lutavam contra o relógio, mas nessa luta perdemos e para desespero dos brasileiros, adiamos o HEXA mais uma vez.
Manual prático para seleção brasileira
Creuza,
Jussimary,
Almerinda,
Leiziane e Kelly.
COMO FAZER GOLS E CONQUISTAR O HEXA
A copa do mundo é o evento futebolístico reservado às melhores seleções. Inserida neste contexto a seleção brasileira de futebol, embora detentora de cinco títulos mundiais deve atentar-se à aplicabilidade de sua técnica.
Segue algumas orientações, que se posta em prática, levará a seleção brasileira a garantir um saldo positivo de gols e conquistar o Hexa em 2014 ( Brasil).
1- Fora de campo:
* Não se submeter ao domínio dos pratocinadores;
* Ter à frente uma comissão técnica competente( técnico, preparador físico, médicos, etc);
* Fugir da arrogância e do estrelismo;
* Proporcionar aos jogadores um bom condicionamento físico e psicológico;
*Conhecer o perfil da equipe adversária;
2- Com a bola em jogo
* Percepção ampla do jogo;
* Não abrir mão do uniforme em que predomina o amarelo;
* Rapidez para tomar decisão;
* Velocidade para captar movimentos;
* Antecipar-se aos acontecimentos;
* Não esperar a bola chegar aos pés;
* Ser oportunista nas chances oferecidas pelos adversários;
* Ser certeiro no passe;
* Criar dribles inesquecíveis;
* Ter habilidade par armar jogadas;
domingo, 4 de julho de 2010
Produção textual- Curso em Livramento BA

Tema Copa 2010 ( Jogo Brasil X Holanda)
01- Noticia de Jornal da Argentina circulando na internet
Equipe: Adinéia, Apareceida, Joilce, Thais e Maria José


